quinta-feira, 19 de julho de 2012
Doulas
Quem são as Doulas?
O que significa "doula":
A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.
Antigamente a parturiente era acompanhada durante todo o parto por mulheres mais experientes, suas mães, as irmãs mais velhas, vizinhas, geralmente mulheres que já tinham filhos e já haviam passado por aquilo. Depois do parto, durante as primeiras semanas de vida do bebê, estavam sempre na casa da mulher parida, cuidando dos afazeres domésticos, cozinhando, ajudando a cuidar das outras crianças.
Conforme o parto foi passando para a esfera médica e nossas famílias foram ficando cada vez menores, fomos perdendo o contato com as mulheres mais experientes. Dentro de hospitais e maternidades, a assistência passou para as mãos de uma equipe especializada: o médico obstetra, a enfermeira obstétrica, a auxiliar de enfermagem, o pediatra. Cada um com sua função bastante definida no cenário do parto.
O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.
O ambiente impessoal dos hospitais, a presença de grande número de pessoas desconhecidas em um momento tão íntimo da mulher, tende a fazer aumentar o medo, a dor e a ansiedade. Essas horas são de imensa importância emocional e afetiva, e a doula se encarregará de suprir essa demanda por emoção e afeto, que não cabe a nenhum outro profissional dentro do ambiente hospitalar.
O que a doula faz?
Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.
Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..
Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.
A doula e o pai ou acompanhante
A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto, muito pelo contrário. O pai muitas vezes não sabe bem como se comportar naquele momento. Não sabe exatamente o que está acontecendo, preocupa-se com a mulher, acaba esquecendo de si próprio. Não sabe necessariamente que tipo de carinho ou massagem a mulher está precisando nessa ou naquela fase do trabalho de parto.
Eventualmente o pai sente-se embaraçado ao demonstrar suas emoções, com medo que isso atrapalhe sua companheira. A doula vai ajudá-lo a confortar a mulher, vai mostrar os melhores pontos de massagem, vai sugerir formas de prestar apoio à mulher na hora da expulsão, já que muitas posições ficam mais confortáveis se houver um suporte físico.
O que a doula não faz?
A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões.
Vantagens
As pesquisas têm mostrado que a atuação da doula no parto pode:
diminuir em 50% as taxas de cesárea
diminuir em 20% a duração do trabalho de parto
diminuir em 60% os pedidos de anestesia
diminuir em 40% o uso da oxitocina
diminuir em 40% o uso de forceps.
Embora esses números refiram-se a pesquisas no exterior, é muito provável que os números aqui sejam tão favoráveis quanto os acima mostrados.
Fonte: Ana Cris Duarte
www.doulas.com.br
Parto Ativo
O conceito de Parto Ativo foi desenvolvido pela educadora perinatal Janet Balaskas, na Inglaterra.
Parto Ativo significa que a mulher é quem faz o seu bebê nascer.
Não é o médico quem faz o parto.
Não é a parteira quem faz o parto.
É a mulher, seu corpo, sua mente e sua alma. Claro que não existe Parto Ativo sem uma equipe que aceite neutralizar sua participação em favor do protagonismo da gestante.
Portanto para um parto verdadeiramente ativo é necessário uma mulher ativa, um acompanhante (o pai do bebê ou Doula), um bebê e alguém que fique ao lado apenas verificando se tudo está bem, sem intervir no processo natural do nascimento (médico ou parteira).
O corpo da mulher já vem preparado para o parto, e até mesmo mulheres em coma conseguem ter partos normais. Sedentárias, ginastas, ativas, magras, gordas, altas ou magras, todas as mulheres têm a capacidade inata de permitir que o bebê viva, se desenvolva e nasça através de seu corpo. No entanto o parto é um processo dinâmico, no qual o bebê faz uma série de movimentos através da pelve, até que possa sair para a luz. Ele desce, insinua seu crânio pela bacia pélvica, dobra o pescoço, gira, colabora. Enquanto isso a mãe se move, anda, muda de posição, pende apoiada pelo companheiro, acocora, deita. Como quando tentamos tirar um anel justo do dedo, só o movimento é que permite que um deslize ao redor do outro.
Se permitimos que a mulher adote todas as posições que lhe parecem confortáveis, se possibilitamos a liberdade de movimento e ações, se o ambiente do parto for propício para essa liberdade, mãe e bebê encontrarão a fórmula para a travessia que eles têm que fazer. Por isso é fundamental que no ambiente do parto sejam oferecidos os elementos fundamentais para um parto ativo:
- Privacidade: se a mulher não tiver privacidade, ela fica tolhida em sua liberdade e deixa de se movimentar de acordo com sua vontade.
- Opções à cama: deitar é em geral a última coisa que uma mulher quer fazer em trabalho de parto, de forma que ela precisa ter opções como a bola suíça, cavalinho, banqueta de parto, almofadas, cadeira, poltrona, etc...
- Equipe: é importante que as mulheres sejam acompanhadas por pessoas que estejam acostumadas ao conceito de parto ativo, como as doulas, enfermeiras obstetras e médicos obstetras motivados e seguros em relação ao parto natural.
- Recursos não farmacológicos para a dor do parto: sendo o parto um processo lento e muitas vezes doloroso (especialmente no pico das contrações), é fundamental que a mulher possa ter à mão os recursos para lidar com essa dor, como chuveiro, banheira, bolsa de água quente, chás e o que mais for possível dentro do contexto.
- Prioridade para o parto natural: para que a mulher se sinta no controle da situação, ela precisa vivenciar o processo da forma como a natureza propôs, ou seja, sem o artifício do jejum, da ruptura artificial da bolsa das águas, do uso de soro com hormônio (ocitocina), forças dirigidas, etc...
Dentro dessa filosofia de atenção ao parto, os procedimentos médicos são destinados apenas às situações especiais, que não deveriam superar uma pequena porcentagem do total de mulheres saudáveis. O parto sempre será um processo normal e natural, para o qual as mulheres continuam estando preparadas, independente de não lavarem mais roupas à beira do rio acocoradas. Basta que deixemos as grávidas em paz e que lhes ofereçamos o mínimo necessário para o conforto, e elas saberão o que fazer.
Se você está grávida e deseja ter um Parto Ativo, leia, pesquise, pergunte, questione seu médico, questione a maternidade onde vai ter seu bebê, faça um plano de parto, procure um grupo de apoio, faça seu acompanhante entender a importância desse processo para você e seu bebê. Não entregue o seu corpo, seu bebê e seu parto nas mãos de outros. Eles lhe pertencem.
http://partonaturaljundiai.blogspot.com.br/p/parir-naturalmente.html Parto Ativo significa que a mulher é quem faz o seu bebê nascer.
Não é o médico quem faz o parto.
Não é a parteira quem faz o parto.
É a mulher, seu corpo, sua mente e sua alma. Claro que não existe Parto Ativo sem uma equipe que aceite neutralizar sua participação em favor do protagonismo da gestante.
Portanto para um parto verdadeiramente ativo é necessário uma mulher ativa, um acompanhante (o pai do bebê ou Doula), um bebê e alguém que fique ao lado apenas verificando se tudo está bem, sem intervir no processo natural do nascimento (médico ou parteira).
O corpo da mulher já vem preparado para o parto, e até mesmo mulheres em coma conseguem ter partos normais. Sedentárias, ginastas, ativas, magras, gordas, altas ou magras, todas as mulheres têm a capacidade inata de permitir que o bebê viva, se desenvolva e nasça através de seu corpo. No entanto o parto é um processo dinâmico, no qual o bebê faz uma série de movimentos através da pelve, até que possa sair para a luz. Ele desce, insinua seu crânio pela bacia pélvica, dobra o pescoço, gira, colabora. Enquanto isso a mãe se move, anda, muda de posição, pende apoiada pelo companheiro, acocora, deita. Como quando tentamos tirar um anel justo do dedo, só o movimento é que permite que um deslize ao redor do outro.
Se permitimos que a mulher adote todas as posições que lhe parecem confortáveis, se possibilitamos a liberdade de movimento e ações, se o ambiente do parto for propício para essa liberdade, mãe e bebê encontrarão a fórmula para a travessia que eles têm que fazer. Por isso é fundamental que no ambiente do parto sejam oferecidos os elementos fundamentais para um parto ativo:
- Privacidade: se a mulher não tiver privacidade, ela fica tolhida em sua liberdade e deixa de se movimentar de acordo com sua vontade.
- Opções à cama: deitar é em geral a última coisa que uma mulher quer fazer em trabalho de parto, de forma que ela precisa ter opções como a bola suíça, cavalinho, banqueta de parto, almofadas, cadeira, poltrona, etc...
- Equipe: é importante que as mulheres sejam acompanhadas por pessoas que estejam acostumadas ao conceito de parto ativo, como as doulas, enfermeiras obstetras e médicos obstetras motivados e seguros em relação ao parto natural.
- Recursos não farmacológicos para a dor do parto: sendo o parto um processo lento e muitas vezes doloroso (especialmente no pico das contrações), é fundamental que a mulher possa ter à mão os recursos para lidar com essa dor, como chuveiro, banheira, bolsa de água quente, chás e o que mais for possível dentro do contexto.
- Prioridade para o parto natural: para que a mulher se sinta no controle da situação, ela precisa vivenciar o processo da forma como a natureza propôs, ou seja, sem o artifício do jejum, da ruptura artificial da bolsa das águas, do uso de soro com hormônio (ocitocina), forças dirigidas, etc...
Dentro dessa filosofia de atenção ao parto, os procedimentos médicos são destinados apenas às situações especiais, que não deveriam superar uma pequena porcentagem do total de mulheres saudáveis. O parto sempre será um processo normal e natural, para o qual as mulheres continuam estando preparadas, independente de não lavarem mais roupas à beira do rio acocoradas. Basta que deixemos as grávidas em paz e que lhes ofereçamos o mínimo necessário para o conforto, e elas saberão o que fazer.
Se você está grávida e deseja ter um Parto Ativo, leia, pesquise, pergunte, questione seu médico, questione a maternidade onde vai ter seu bebê, faça um plano de parto, procure um grupo de apoio, faça seu acompanhante entender a importância desse processo para você e seu bebê. Não entregue o seu corpo, seu bebê e seu parto nas mãos de outros. Eles lhe pertencem.
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
Preparação do Perineo
Períneo: o parto não é o
vilão
Apontado como principal causa de disfunções
sexuais e incontinência urinária entre mulheres, o parto é apenas um entre
muitos fatores. A boa notícia é que existem maneiras de preparar o períneo para
diminuir o risco de lesões
Por
Luciana Benatti
Como será o sexo depois do parto? E se a vagina
ficar larga, frouxa? Essa preocupação, muito comum entre as mulheres – e
homens, é claro – nos meses que antecedem a chegada de um filho, tem origem
numa ideia arraigada na cultura brasileira: a de que a passagem do bebê pela
vagina deixará os músculos flácidos, comprometendo a vida sexual da mulher.
Essa associação entre parto normal e danos
permanentes ao períneo – musculatura ao redor da vagina e do ânus – também é
comum entre os médicos, que assim aprendem inclusive nos livros. Um dos manuais
de obstetrícia mais usados nas faculdades afirma que a passagem do bebê
“raramente é possível sem lesar a integridade dos tecidos maternos, com
lacerações e roturas as mais variadas, a condicionarem frouxidão irreversível
do assoalho pélvico”.
Alguns profissionais, no entanto, contestam essa
visão. Especialista em preparo perineal para o parto, a fisioterapeuta Miriam
Zanetti começou a desconfiar dessa afirmação anos atrás, quando tratava
incontinência urinária em mulheres na faixa dos 50 ou 60 anos. “Percebi que
muitas delas tinham feito cesárea. Algumas nunca haviam engravidado”, conta.
Ao pesquisar o assunto, ela descobriu que, além do
parto, existem vários outros fatores que podem causar disfunções no assoalho
pélvico. A começar pela gestação, já que o peso do bebê distende essa
musculatura. E também obesidade, prisão de ventre, tosse crônica e a prática de
atividade física de impacto – corrida, basquete, vôlei. “O parto não é o
vilão”, conclui.
É preciso considerar também a cultura
de intervenção médica no parto que predomina no Brasil. Trocando em miúdos:
muitas vezes o dano não é causado pelo parto em si, mas por procedimentos
médicos realizados sem necessidade. O melhor exemplo disso é a episiotomia,
corte no períneo feito rotineiramente nas maternidades brasileiras sob o
argumento de evitar lesões nessa musculatura. Uma tese há muito derrubada pelas
evidências científicas.
“Na episiotomia são cortados pelos menos três
músculos. E músculo cortado é difícil de reabilitar”, explica Miriam. “Dizem
que basta uma sutura bem feita para deixar tudo bonitinho depois, mas não é
apenas a estética que deve ser preservada e sim a função.” No Brasil, a taxa de
episiotomia chega a 90%. Na Suécia, é de 10%. “Existe um movimento no mundo
inteiro para reduzir essa intervenção no parto normal, mas aqui a maioria dos
profissionais ainda não acredita no que afirmam as evidências científicas”,
lamenta Miriam.
Treino
para o parto
Sustentar os órgãos pélvicos, manter a continência
urinária e fecal e desencadear o reflexo orgásmico na relação sexual são as
três funções da musculatura do períneo. Para preservá-las, é preciso manter
essa região fortalecida a vida inteira, o que a maioria das mulheres consegue
apenas com a prática de exercícios de contração e relaxamento.
Outra propriedade importante desses músculos, o
alongamento, é necessária numa única situação: o parto. E pode ser “treinada”
no final da gravidez. “É um trabalho preventivo. Se o músculo pode alongar,
vamos alongar”, sugere. A questão é: como? Existem duas formas, ambas
igualmente eficazes: a massagem perineal e o uso do aparelho alemão Epi-no.
A massagem consiste em introduzir o dedo na vagina
e deslocá-lo de um lado ao outro, pressionando em todos os sentidos. Como
lubrificante, pode-se usar um óleo de preferência da gestante, como o de coco
ou o de semente de uva, ou KY Gel, que é hipoalergênico. A massagem pode ser
feita por um profissional, pela mulher ou mesmo pelo parceiro.
O Epi-no (o nome vem de “episiotomia, não”) possui
um balão de silicone que deve ser colocado na vagina e insuflado, uma ação que
distende os músculos da região em todos os sentidos. “É o mesmo movimento que
acontece durante o parto: a cabeça fetal pressiona o assoalho pélvico, que
distende para o bebê sair”, explica Miriam.
Epi-no:
modo de usar
O balão deve ser introduzido na vagina, insuflado
até o limite individual de cada mulher e mantido assim por cinco minutos. “No
manual fala-se em vinte minutos, mas não precisa”, aconselha Miriam. Depois é
só tirá-lo devagarinho. E repetir esse treino todos os dias. “Além do
alongamento, a mulher tem a percepção de como é a saída de algo redondo, que
parece a cabeça do bebê. Com isso consegue entender o que fazer durante o
parto, como relaxar a musculatura perineal”, explica. Segundo ela, essa
percepção é a úncia vantagem do aparelho em relação à massagem. “Embora o
Epi-no esteja na moda, os dois têm o mesmo efeito para o alongamento da
musculatura. A diferença é essa sensação, que deixa as gestantes mais seguras para
o parto, pois já sabem como será”.
Cabe
aqui um alerta: o Epi-no deve ser usado preferencialmente após a instrução de
um profissional especialista em assoalho pélvico, acostumado com a avaliação
dessa musculatura. “Tenho visto muita gente utilizando o aparelho
incorretamente, inclusive por tempo muito maior do que o necessário ou numa
profundidade inadequada”, adverte a fisioterapeuta. “Não é um procedimento
totalmente isento de risco. E algumas gestantes já precisaram suspender o uso,
pois sangravam muito. Uma sentia a pressão baixa, com sensação de desmaio”,
explica.
Os depoimentos de mulheres que fizeram algum tipo
de preparo perineal para o parto (leia abaixo) mostram bons resultados. Assim
como revelou a tese de doutorado da fisioterapeuta. “Estudei 230 parturientes
que foram avaliadas com o Epi-no. Depois do parto verifiquei o que havia
acontecido com o períneo delas. Fizemos a análise estatística e concluímos que
aquelas que atingiam 21 cm de perimetria (o perímetro da abertura da vagina,
medido com fita métrica) tinham cinco vezes mais chance de ficar com o períneo
íntegro no parto.”
Desde que começou a trabalhar com preparação
perineal, Miriam tem visto o número de pacientes crescer bastante. “A maioria
das mulheres vem ao consultório porque comprou o Epi-no e quer saber como
usar.” Na consulta, ela avalia a força muscular e ensina a fazer a massagem
perineal e a usar o aparelho. As gestantes que têm o períneo muito rígido
precisam voltar semanalmente. Outras, com períneo flexível, voltam em quatro ou
cinco semanas. Algumas nem precisam voltar. “Não se sabe ainda o que determina
essa capacidade. Às vezes, sem nenhum preparo, o períneo já é excelente.”
É certo que o preparo aumenta as chances de manter
o períneo íntegro, mas não há como garantir de não haverá lesão durante o
parto. “Existem diversas outras variáveis. Às vezes pode ser necessária uma
episiotomia ou alguma outra intervenção. Mas acho interessante ir para o parto
sabendo se você tem mais ou menos chance ficar com o períneo íntegro”, afirma
Miriam, que sugere uma avaliação a todas as mulheres a partir de 32 semanas de
gestação.
Epi-no:
como comprar
Fabricado na Alemanha pela Tecsana, o Epi-no Delphine Plus ainda não é vendido no
Brasil nem nos Estados Unidos, apenas na Europa, Canadá e Austrália. A empresa
mineira Inove já pediu o registro do produto e aguarda apenas
a liberação
Banho de Balde - Ofurô
O
banho do bebê pode ser um momento de relaxamento através da imersão em água
quente como num delicioso banho de ofurô. Dar banho no balde, com água aquecida
entre 37 e 38º graus cria uma sensação de retorno intrauterino, tornando o
banho relaxante e analgésico, ajudando a amenizar cólicas e propiciar um bom
sono ao bebê.Pode ser dado desde recém nascido, só como banho relaxante com o
bebê embrulhadinho, ou nu, para que a higiene seja feita também. Para os recém
chegados, o banho no baldinho - ofurô deve ser feito com a ajuda de mais uma
pessoa, sendo que uma segura o bebê e a outra faz a higienização.Depois, quando
o bebê começa a ficar mais firminho, dar banho no balde é muito mais fácil e
tranqüilo, especialmente porque o bebê se sente muito mais seguro na posição
semelhante à que ele estava no útero materno, fazendo com que ele adore o banho
desde cedo!
No
inverno, o balde se torna a melhor opção para que os pequenos não sintam o
desconforto do frio durante o banho porque ficam submersos com a água aquecida
até a altura dos ombros. É claro que nunca devemos deixar a criança sozinha na
água, por nenhum momento, uma regra de segurança básica de qualquer banho para
bebês, seja na banheira tradicional ou no balde.
Uma
opção diferente que pode vir acompanhada de massagem especial para bebês,
conhecida como Shantala, além de aromaterapia com óleos essenciais e
cromoterapia.
Já
existe no mercado um balde apropriado para os banhos no bebê, o TummyTub,
porém, dá pra usar um balde de plástico comum de 15 a 18 litros, desde que ele
tenha borda larga e alça reforçada.
http://jardimdeom.blogspot.com.br/2010/07/banho-de-balde-ofuro.html
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